domingo, 12 de fevereiro de 2017

O VALOR DAS NOSSAS PALAVRAS


Reflexão sobre Eclo 15,15-20; 1Cor 2,1-10; Mt 5,17-37

       “Deus conduz o universo inteiro de acordo com o seu plano de sabedoria e bondade. Não existe nada que escape ao seu olhar amoroso”. Ele respeita a liberdade dos seres humanos e, quando propõe a eles o caminho para alcançar a vida eterna, espera que possam escolher bem para viverem para sempre. De acordo com São Paulo, a sabedoria que sempre esteve com Deus, está dentro de nós e nos conduz em nossas decisões. Este mistério Deus preparou para aqueles que o amam e nos revelou através do seu Espírito. Reconhecer esta ação em nós é a condição para que possamos fazer a diferença na realidade em que vivemos.
        O texto de Mateus apresenta Jesus como o “Novo Moisés” e o seu ensinamento é totalmente novo. Não podemos dizer que existe ruptura entre o ensinamento de Jesus e aquele dos Antepassados, mas continuidade. No entanto, embora este seja continuidade, é Jesus aquele que dá a correta interpretação sobre tudo aquilo que foi dito no passado. Por isso ele pediu aos seus ouvintes que prestassem atenção às suas palavras, dizendo: “Eu, porém, vos digo...” Ele disse assim porque teve que enfrentar a dureza do coração de algumas pessoas. No entanto, ele respeitava os Escritos do Antigo Testamento e aconselhava as pessoas a fazerem o mesmo. Portanto, o Antigo Testamento é também importante para os Cristãos, pois Jesus disse que ele não veio anular a Lei e os Profetas. De fato, ele veio dar pleno cumprimento às promessas que foram feitas através destes Escritos. Ele é a confirmação plena da fidelidade de Deus às suas promessas.   
           Jesus retoma temas fundamentais, resgatando o plano original de Deus. Este plano é revelação do seu amor que não pode depender da mentalidade deficiente do ser humano. Jesus insiste que a justiça dos seus discípulos deve superar aquela dos fariseus e dos doutores da lei. Em Mateus, justiça significa “vontade de Deus” e os justos são aqueles que fazem a vontade de Deus. Esta vontade é que as pessoas possam viver a generosidade sem medida, fazendo além do que é estabelecido por lei, isto é, cultivando relações de respeito e reconciliação. Pouco a pouco os discípulos de Jesus foram percebendo que o desejo dele ela estabelecer novas relações entre as pessoas e Deus e também entre as próprias pessoas. Ele quer que as pessoas cultivem a obediência que vem do coração, e não falsa obediência externa para com a lei.
           “Jesus quer que a nossa lei acompanhe nossos atos. Obediência somente à lei, sem ações verdadeiras, não nos ajuda em nada. No nosso coração, e no amor como o de Jesus, de fato nós podemos fazer a vontade de Deus com palavras e ações”. Assim, é o evangelho de Jesus que deve ser lei em nossas relações humanas. Se queremos ter boa relação com Deus não podemos desprezar os outros nem ter uma má relação com eles. De acordo com a visão nova que Jesus traz, o jeito de viver de uma pessoa pode causar a morte de outra, sem necessidade de usar arma de fogo. Ter raiva de alguém e cultivar este sentimento é matar a pessoa em seu coração. Jesus considera isso um verdadeiro assassinato. A falta de respeito é o começo deste assassinato.      
            Nós devemos estar atentos porque cada pensamento, palavra ou ação que não tem como objetivo a vontade de Deus como pensava Jesus, dá oportunidade ao adversário de Deus, causando destruição em nossa vida familiar e comunitária. Nossa liberdade nos leva a usar nossas palavras tanto como instrumento de edificação fraterna, por exemplo, palavras de carinho, de consolo, de esperança, etc; como também instrumento de destruição, por exemplo, palavras de desprezo e fofocas. A fofoca sobre alguém rouba a sua dignidade. Existe uma parábola que tem relação com o pensamento de Jesus e nos ajuda a lutar contra a triste realidade da fofoca. “Sócrates era um filósofo grego. Um dia alguém se achegou a ele e disse: - ‘Escuta um comentário sobre o teu amigo’. Sócrates disse: - ‘Espera, a mensagem que você está querendo me transmitir já passou pela análise das três peneiras?’ – ‘E o que são as três peneiras?’, perguntou o fulano. Sócrates respondeu: - ‘Aquilo que você quer me dizer é um fato verdadeiro?’ O fulano respondeu: - ‘Para dizer a verdade, foi alguém que me contou’. Continuou Sócrates: – ‘Aquilo que você quer me dizer se trata das características positivas do meu amigo?’ – ‘Que positivo que nada! Pelo contrário, é muito negativo’. Citando a última peneira, Sócrates perguntou: - ‘Aquilo que você quer me dizer, é realmente necessário ser falado?’ - ‘Acho que não tem necessidade alguma de te dizer isso!’ Então, Sócrates concluiu dizendo: - ‘Como aquilo que você tem a me dizer sobre meu amigo não é verdadeiro, não é positivo e não tem necessidade de ser falado, então, esquece isso!” 

          Nós somos convidados a falar com cuidado porque as palavras tocam muito profundo e conduz nossa relação com Deus e entre nós. Se nossas palavras causam ferida nos demais, temos o dever de buscar a reconciliação. Não podemos cultivar uma relação verdadeira com Deus se não nos reconciliamos com aquele que nós ofendemos ou nos ofendeu. De acordo com Jesus, nós é que devemos tomar a iniciativa da reconciliação e não esperar que a outra pessoa venha até nós, mesmo se não somos os culpados. Eu gostaria de concluir esta reflexão com um refrão de um canto composto no Brasil: “Palavra é como pedra preciosa sim; quem sabe o valor, cuida bem do que diz. Palavra é como brasa, queima até o fim; quem sabe o que diz há de ser mais feliz.”

Fr Ndega

EL VALOR DE NUESTRAS PALABRAS


REFLEXIÓN SOBRE: Eclesiástico 15, 15-20; 1Cor 2, 1-10; Mt 5, 17-37

“Dios conduce el universo entero de acuerdo con su plan de sabiduría y bondad. No existe nada que escape a su mirada amorosa”. Él respeta la libertad de los seres humanos y, cuando les propone el camino para alcanzar la vida eterna, espera que puedan elegir bien, para vivirlo para siempre. De acuerdo con San Pablo, la sabiduría que siempre estuvo con Dios, está dentro de nosotros y nos conduce en nuestras decisiones. Este misterio Dios lo preparó para aquellos que lo aman y nos reveló a través de su Espíritu.  Reconocer esta acción en nosotros es la condición para que podamos hacer la diferencia en la realidad en la que vivimos.
El texto de Mateo presenta a Jesús como el “nuevo Moisés” y su enseñanza es totalmente nueva. No podemos decir que existe ruptura entre la enseñanza de Jesús y la de los antepasados, sino continuidad. Sin embargo, aunque esta sea continuidad, es Jesús el que da la interpretación adecuada, sobre todo lo que fue dicho en el pasado. Por eso él pidió a sus oyentes que presten atención a sus palabras, diciendo: “yo les digo…” Él dice así porque tuvo que enfrentar la dureza de corazón de algunas personas. Por lo tanto, él respetaba los escritos del Antiguo Testamento y aconsejaba a las personas a hacer lo mismo. Así, el Antiguo Testamento también es importante para los cristianos, pues Jesús dice que él no vino a anular la Ley y los Profetas, de hecho, él vino para dar pleno cumplimiento a las promesas hechas a través de estos escritos. Él es la confirmación plena de la fidelidad de Dios a sus promesas.
Jesús retoma temas fundamentales, rescatando el plan original de Dios. Este plan es revelación de su amor que no puede depender de la mentalidad deficiente del ser humano. Jesús insiste que la justicia de sus discípulos debe superar aquella de los fariseos y de los doctores de la ley. En Mateo, justicia significa “voluntad de Dios” y los justos son aquellos que hacen la voluntad de Dios. Esta voluntad es que las personas puedan vivir la generosidad sin medida, haciendo más allá de lo que es establecido por la ley, esto es, cultivar las relacione de respeto y reconciliación. Poco a poco los discípulos de Jesús fueron descubriendo que su deseo era establecer nuevas relaciones entre las personas y Dios y también entre las mismas personas. Él quiere que las personas cultiven la obediencia que bien del corazón, y no la falsa obediencia externa que es sólo para la ley.
“Jesús quiere que nuestra ley acompañe nuestros actos. Obediencia solamente a la ley, sin acciones verdaderas, no nos ayudan en nada. En nuestro corazón y en el amor como el de Jesús, de hecho podemos hacer la voluntad de Dios con palabras y acciones”. Así, es el Evangelio de Jesús que debe ser ley de nuestras relaciones humanas. Si queremos tener buena relación con Dios, no podemos desplazar a los otros ni tener una mala relación con ellos. De acuerdo con la nueva visión que Jesús trae, la forma de vivir de una persona puede causar la muerte de otra, sin necesidad de usar armas de fuego. Sentir rabia por alguien y cultivar este sentimiento es matar a la persona en su corazón. Jesús considera eso como un verdadero asesinato. La falta de respeto es el comienzo de este asesinato.
Debemos estar atentos porque cada pensamiento, palabra o acción que no tiene como objetivo la voluntad de Dios, como pensaba Jesús, da oportunidad al adversario de Dios, causando destrucción en nuestra vida familiar y comunitaria. Nuestra libertad no lleva a usar nuestras palabras tanto como instrumento de edificación fraterna, por ejemplo, palabras de cariño, de consuelo, de esperanza, etc. Como también instrumento de destrucción, por ejemplo, palabras de desprecio y chismes. El chisme sobre alguien roba su dignidad. Existe una parábola que tiene relación con el pensamiento de Jesús y nos ayuda a luchar contra la triste realidad del chisme. “Sócrates era un filósofo griego. Un día alguien llego hasta él y le dijo: - “escucha un comentario sobre tu amigo”. Sócrates le dice: - “Espera, ¿el mensaje que estás queriendo transmitir ya pasó por el análisis de los tres coladores? – “¿Qué son los tres coladores?, preguntó el fulano. Sócrates le respondió: - “¿lo que me quieres decir es un hecho verdadero?” – el fulano dice: “Para decir verdad, fue alguien que me lo contó”. Continuó Sócrates: - “¿lo que me quieres decir se trata de las características positivas de mi amigo? - ¡qué positivo, ni nada!, al contrario, es muy negativo. Citando el último colador, Sócrates preguntó: - “¿Lo que me quieres decir es realmente necesario decirlo?” – “Creo que no hay necesidad de decir eso”. Entonces, concluyó Sócrates: - Como lo que tienes para decirme sobre mi amigo no es verdadero, no es positivo y no hay necesidad de decirlo, entonces, olvídalo. 
Estamos invitados a hablar con cuidado porque las palabras tocan muy profundo y conducen nuestra relación con Dios y entre nosotros. Si nuestras palabras causan heridas en los demás, tenemos el deber de buscar la reconciliación. No podemos cultivar una relación verdadera con Dios si no nos reconciliamos con aquellos que ofendemos o que nos han ofendido. De acuerdo con Jesús, nosotros debemos tomar la iniciativa de la reconciliación y no esperar que la otra persona venga hasta nosotros, aún si no somos culpables. Me gustaría terminar esta reflexión con un verso de un canto compuesto en Brasil: “La Palabra es como una piedra preciosa, quien sabe el valor, cuida bien de lo que dice. La palabra es como brasa, quema hasta el fin; quien sabe lo que dice ha de ser más feliz”.

Fr Ndega

Tradición: Nómade de Dios 

THAMANI YA MANENO YETU


Kutafakari kuhusu Eclo 15,15-20; 1Cor 2,1-10; Mt 5,17-37

       Mungu anayaongoza mambo yote duniani kulingana na mpango wake wa hekima na wema. Hakuna lolote ambalo linakosa mtazamo wake wa upendo. Yeye anauheshimu uhuru wa wanadamu naye anapopendekeza kwao njia ya kupata uzima, anatarajia waweze kuchagua vizuri na kuishi milele. Kulingana na Paulo, hekima ambayo ilikuwepo na Mungu tangu milele imo ndani yetu na kutuongoza katika maamuzi yetu. Fumbo hili Mungu aliwaandalia wanaompenda na kutufunulia kwa Roho Mtakatifu. Kutambua hili ni sharti ili tuweze kufanya tofauti katika hali zetu.
        Injili ya Mathayo inamjulisha Yesu kama “Musa mpya” na mafundisho yake ni mapya kabisa. Hatuwezi kusema kwamba kuna kupasuka kati ya mafundisho yake na yale ya mababu wa zamani, bali mwendelezo. Lakini, ingawa hayo ni mwendelezo, ndiye Yesu anayetafsiri kwa njia kamili mambo yote yaliyosemwa. Kwa hivyo, aliwaalika wasikilizaji wake wamsikilize akisema, “Lakini mimi nawaambieni...” Alisema hayo kwa sababu alikabiliana na ugumu wa mioyo ya baadhi ya watu. Hata hivyo, aliyaheshimu maandiko ya Agano la Kale na tena aliwashauri watu wayaheshimu maandiko hayo. Basi Agano la Kale linaendelea kuwa muhimu kwa Wakristo, kwa hivyo Yesu alisema kwamba Yeye hakuja kutangua Torati au Manabii. Kweli yeye amekuja kukamilisha ahadi zilizotolewa kwa njia ya maandiko haya. Yeye yu uthibitisho mkuu wa uaminifu wa Mungu kwa ahadi zake.
        Yeye “alitaka kurekebisha mambo makubwa zaidi,” akigundua tena mpango wa Mungu wa kiasili. Mpango huu ni ufunuo wa upendo wake ambao hawezi kuutegemea mtazamo wa kipungufu wa binadamu. Yesu anasisitiza kwamba haki ya wanafunzi wake inapaswa kuishinda ile ya Mafarisayo na Waandishi wa sheria. Katika Mathayo, haki inamaanisha mapenzi ya Mungu na wenye haki ni wale wanaofanya mapenzi yake. Mapenzi haya ni kwamba watu waweze kuishi ukarimu bila kipimo, wakifanya zaidi kuliko kuitii sheria, yaani, uhusiano wa heshima na upatanisho. Kidogokidogo wanafunzi wa Yesu walikuwa wakitambua kwamba matarajio ya Yesu yalikuwa kuanzisha uhusiano mpya kati ya watu na Mungu na tena miongoni mwa watu. Yeye anataka “watu wawe na utii unaotoka moyoni, na siyo utii wa unafiki kwa sheria tu za nje tu.”
       “Yesu anataka sheria zetu ziendane na matendo yetu. Utii wa sheria tu, pasipo matendo ya kweli, hauwezi kutusaidia lolote katika maisha yetu. Ni mioyoni mwetu, na kwa upendo kama wa Yesu, ndipo tutaweza kutimiza amri za Mungu kwa maneno na matendo”. Hivyo, ni Injili ya Yesu inayopaswa kuwa sheria katika uhusiano wetu wa kibinadamu. Ikiwa tunataka kuwa na uhusiano mwema na Mungu hatuwezi kuwapuuza wengine ama kuwa na uhusiano mbaya nao. Kulingana na mtazamo mpya wa Yesu,  njia ya mtu ya kuishi inaweza kusababisha mauti ya mwingine bila haja ya kutumia bunduki. Kuwa na hasira na mtu na kuionja hisia hii kwa muda mrefu ni kumwua mtu huyo moyoni mwako. Kwa Yesu hayo ni mauaji ya kweli. Kutoheshimu ni mwanzo wa mauaji hayo.
      Tunaalikwa kuwa macho kwa sababu kila wazo, neno na tendo ambalo halilengi kutimiza mapenzi ya Mungu kama alivyofikiri Yesu linampa yule Mwovu nafasi na kuharibu maisha yetu ya kifamilia na kijumuiya. Uhuru wetu unatuongoza kuyatumia maneno kama chombo cha kujenga undugu, mfano maneno ya upendo, ya faraja, ya tumaini, n.k.; au tena kama chombo cha kuharibu, mfano maneno ya dharau na ya uvumi. Uvumi kuhusu mtu fulani huondoa heshima yake. Kuna hadithi moja inayoyahusu mawazo ya Yesu na kutusaidia kushinda hali mbaya ya uvumi. “Siku moja mtu mmoja alimwendea Socrates mwanafalsafa wa Kigiriki na kumwambia, “sikiliza umbea juu ya rafiki yako.” Socrates alisema, “Ngoja, ujumbe unaotaka kunipa je umeupitisha kwenye vipimo vitatu?” Vipimo vitatu ni vipi?” Socrates alijibu, “Je unayotaka kuniambia ni ukweli?” Mtu huyo alijibu, “kusema kweli nimesikia toka kwa mtu mwingine.” “Je unayotaka kuniambia ni jambo la upendo?” Mtu huyo akasema, “Si la upendo hasa, kusema kweli ni kinyume.” Mwishowe, Socrates aliuliza, “Je ni jambo la lazima?” Mtu huyo alijibu, “Si lazima hata kidogo.” Socrates alimalizia kwa kusema, “kama jambo unalotaka kuniambia halina ukweli, si la upendo na si la lazima achana nalo.”

      Tunaalikwa kuongea kwa bidii kwa sababu maneno yanagusa ndani kabisa na kuongoza uhusiano wetu na Mungu na pia kati yetu. Ikiwa maneno yetu anasababisha uchungu kwa wengine, sharti kwetu ni upatanisho. Hatuwezi kuishi uhusiano wa kweli na Mungu wakati hatupatanishi na mtu ambaye tumemkosea au ametukosea. Kulingana na Yesu, ninapaswa kuchukua jukumu la upatanisho, hata ikiwa sina hatia. Nataka kumaliza kwa kutumia kitikio ya wimbo fulani kutoka Brazil: “Neno ni kama lulu ndiyo, yeyote anayejua thamani yake anaongea kwa bidii; neno ni kama moto ambayo inachoma hadi mwisho, yeyote anayejua yale anayosema atakuwa mwenye furaha mno.” 

Fr Ndega
Marekebisho: Serah Thuo

domingo, 5 de fevereiro de 2017

KUWA CHUMVI NA NURU KWA AJILI YA UTUKUFU WA MUNGU


Kutafakari kuhusu Is 58,7-10; 1Cor 2,1-5; Mt 5, 13-16




     Kulingana na tafakari hii Mungu alituita na kutuchagua ili tuwe vyombo vya wokovu wake. Kazi hii inapofanyika kwa ajili ya utukufu wa Mungu inaangaza gizani na kutoa maana kwa dunia nzima.

      Kulingana na andiko la kwanza, baada ya kuacha utumwa wa Babeli, Watu wa Israeli walialikwa kupanga maisha yao kulingana na utambulisho wa kuwa nuru ya mataifa kwa ajili ya utukufu wa Mungu. Mambo yote ambayo waliweza kufanya kwa ajili ya kumheshimu na kumtukuza Mungu yalipaswa kuandamana na matendo ya haki. Hivyo, kufunga na kusali kwao bila ahadi/mshikamano na hali ya wenzao ni bure.

      Mtakatifu Paulo alitambua kwa unyenyekevu udhaifu wake mbele ya ukuu wa kazi ya kuinjilisha. Yeye anatenda kwa bidii ili fumbo la Kristo aliyesulubiwa lifunuliwe kwa uaminifu akishinda kishawishi ya tafsiri kulingana na akili na hekima ya kibinadamu. Yeye anasisitiza kwamba ni nuru ya Roho Mtakatifu ambayo inamwongoza katika kazi hii. Maneno haya ya Mt. Paulo yanayahusu mawazo ya Mtakatifu Yohana Calabria, yaani, “Kazi ni ya Mungu. Yeye ndiye anayetenda mambo yote. Sisi tu vyombo vyake. Yeye atatutumia tutakapopatikana.”       

        Katika injili tunaendelea kutafakari kuhusu hotuba ya Yesu mlimani. Mara iliyopita Yesu alipendekeza njia kamili ya kupata furaha ya kweli. Njia hii inafunua nafsi yake mwenyewe na ukaribu wa Mungu. Maisha ya wanafunzi wake yana thamani sana kwake. Haya ni utabiri wa wakati mpya na, kwa hivyo, ni kama chumvi na nuru. Je, katika uzoefu wetu nyumbani, chumvi inatumika kwa maana gani? Hii ni msaada kwa ajili ya chakula ili kiweze kuonja vizuri. Chumvi ikiwa nyingi sana haifai, na tena ikiwa kidogo sana, chakula hakiwi kitamu. Nuru ilitengenezwa ili itie nuru na kufikia lengo lake wakati inapotoa nguvu na uhai kwa vyote. Ilitokea hivyo tangu mwanzo, yaani, wakati Mungu aliposema “nuru ifanyike”! Nuru ilifanyika na uhai ukatokea. Hivyo, bila chumvi chakula hakiwezi kuwa kitamu, na bila mwanga kunakuwa na giza, na giza ni ishara ya kifo.

        Mifano ya chumvi na nuru inatusaidia kuelewa maana ya ufuasi kwa Yesu. Wanafunzi wa Yesu hawakuwepo kwa ajili yao wenyewe tu, bali kwa ajili ya jumuiya nzima. Hao wanatenda yaliyo mema katika jamii, na kusaidia kuyahifadhi mambo yaliyo mazuri katika jamii hiyo. Ubatizo wetu unatusukuma tutoe ushuhuda kwa matendo yetu popote tunapoishi na kufanya kazi, yaani, yasemwa kwetu: “Mtoto fulani, umeangazwa na Kristo aliye Mwanga wa ulimwengu. Tembea kama mtoto wa nuru.”

    Kuwepo kwa Kristo duniani kutakuwa na manufaa pale tu, sisi wafuasi wake, tutakaposhirikiana na wenzetu. Furaha ya mkutano wetu na Bwana haiwezi kufichika. Yapaswa kushirikika na kutangazika. Uamuzi wa kuificha nuru inaonekana iwe tabia ya unyenyekevu, lakini inaonekana pia iwe aibu ama kosa la ujasiri na shauku. Hivyo, nuru haiwezi kutimiza lengo lake. Wakati matendo yetu yatendeka kwa ajili ya Mungu hatuna sababu ya kuyaficha hayo. Hata tunapokuwa na ugumu wa kufikiria thamani ya uwepo wetu katika jamii na jumuiya zetu, wazo hili halifuti utambulisho wetu wa kuwa chumvi kutoa maana na kuwa nuru kutoa uhai.


       Katika Biblia, Mungu ndiye chanzo cha Mwanga na ni kwa kushirikiana na Mwanga huu, ndipo viumbe wake wameweza kuishi na kuwa nuru ya ulimwengu. Kwa sababu ya uhusiano wake na Baba, Yesu ni mwanga wa Mungu duniani unaotuvuta kwake. Uhusiano wetu na Yesu unatufanya tuwe watoto wa nuru. Nuru huangaza kwa sababu inaungana na shina lake daima. Hii ni maana ya nguvu yake. Kuhusu hayo Yesu aliwaambia wanafunzi wake, “bila mimi hamwezi kufanya chochote. Yeye hakusema, yaani “hamuwezi kufanya nusu ama sehemu ya kazi yenu, bali alisema “hamwezi kufanya chochote”. Ni sharti kwetu tubaki kuunganishwa naye ili tuweze kutimiza lengo la maisha yetu. Hivyo, ni lazima tuwe karibu zaidi na Mungu ambaye ndiye chanzo cha mwanga na uhai wote. “Tutauleta mwanga wa Mungu kati ya wengine iwapo mwanga huo uko tayari mioyoni mwetu.” Mabadiliko ambayo tunataka kupendekeza kwa wengine tunapaswa kuonja kwanza. Kwa kuangaza tunahitaji kuangazwa na nuru. Kila siku tuko na nafasi ya kusoma na kusali neno la Mungu. Ikiwa tunafanya mazoezi hayo kwa bidii tutapokea chumvi tunayohitaji tutoe ladha na tena tunaweza kupata nuru kwa maisha yetu ya kila siku kwa ajili ya utukufu wa Mungu.

Fr Ndega
Mapitio na Marekebisho: Serah Thuo 

ESSERE SALE E LUCE PER LA GLORIA DI DIO


Riflessione su Is 58,7-10; 1Cor 2,1-5; Mt 5, 13-16


Dio ci ha chiamato e ci ha scelto per essere strumenti di salvezza. E questo è per la gloria di Dio, splende nelle tenebre e riempie di senso tutto il mondo.

        Nel testo di Isaia, dopo aver lasciato l’esilio babilonese, il popolo di Israele è stato invitato a pianificare la propria vita secondo l'identità di essere “luce delle nazioni per la gloria di Dio”. Tutto quello che il popolo è chiamato a fare per l’onore e gloria a Dio deve essere accompagnato da azioni giuste. Così, digiunare e pregare senza un impegno concreto verso gli altri è inutile.

            Nella seconda lettura San Paolo umilmente riconosce la sua debolezza di fronte alla grandezza dell'opera di evangelizzazione. Egli ha agito con diligenza affinché il mistero di Cristo crocifisso fosse manifestato fedelmente. Riconoscendo che è la luce dello Spirito Santo che guida il suo lavoro, San Paolo resiste alla tentazione di annunciare il vangelo secondo la mentalità e saggezza umane. In queste parole di San Paolo c’è una relazione con il pensiero di San Giovanni Calabria. Lui usava dire che “L’Opera è di Dio. È lui che fa tutto. Noi siamo solo semplici strumenti”.

            Nel Vangelo continuiamo a riflettere sul discorso di Gesù sulla montagna. Nella volta scorsa Gesù ha proposto il modo migliore per trovare la vera felicità. Questo metodo rivela il suo modo proprio di essere la vicinanza di Dio. La vita dei suoi discepoli è a lui preziosa. Loro sono profezia di un nuovo tempo e quindi, sono come sale e luce. Nella nostra esperienza di tutti i giorni, qual è il significato del sale? E’ utile per il cibo in modo che possa avere un buon gusto. Se il sale è troppo però non va bene, e anche se troppo poco, il cibo non diventa gustoso. La luce è stata fatta per illuminare e raggiunge il suo scopo quando garantisce energia e vita per tutti. Questo è accaduto fin dall’inizio, quando Dio disse “Sia la luce!” La luce è stata fatta e la vita apparve. Così, senza sale il cibo non può essere gustoso, e senza luce c'è oscurità e buio, e il buio è un segno di morte.

             Questi due esempi, del sale e della luce ci aiutano a comprendere il significato della sequela di Gesù. I suoi discepoli non esistono solo per se stessi, ma per la comunità. La loro missione è fare del bene nella società, e contribuire a mantenere ciò che è buono nella comunità. Il nostro battesimo ci spinge a dare testimonianza attraverso le nostre azioni, ovunque viviamo e lavoriamo. In quel giorno è stato detto a noi: “Sei stato illuminato da Cristo luce del mondo. Cammina come figlio della luce”.

           La presenza di Cristo nel mondo sarà sentita solo quando i suoi seguaci riescono fare la differenza nella realtà in cui vivono. La gioia del nostro incontro con il Signore non può essere nascosta. Dovrebbe essere condivisa e proclamata. La decisione di nascondere la luce può essere atteggiamento di umiltà, ma può essere anche vergogna o mancanza di coraggio e entusiasmo. Così la luce non può svolgere la sua missione. Quando le nostre azioni sono per la gloria di Dio non abbiamo motivo di nasconderlo. Anche quando abbiamo difficoltà nel considerare il valore della nostra presenza nella società e nelle nostre comunità, questa idea non cancella la nostra identità di essere sale per dare senso e luce per dare vita.

          Nella Bibbia, Dio è fonte di luce ed è nel partecipare di questa luce, che le sue creature possono vivere e diventare una luce per il mondo. A causa della sua relazione con il Padre, Gesù è la luce di Dio nel mondo, che ci attira a sé. Il nostro rapporto con Gesù ci rende figli della luce. La luce splende perché unisce sempre alla sua fonte. Questo è il motivo della sua forza. A proposito di questo, Gesù disse ai suoi discepoli: “senza di me non potete far nulla”. Lui non ha detto: “non potete fare la metà o parte del vostro lavoro”, ma ha detto “non potete far nulla”. Rimanere uniti a lui è la condizione perché possiamo realizzare lo scopo della nostra vita. Quindi, dobbiamo essere più vicini a Dio che è la sorgente di ogni luce e di vita. “Noi porteremo la luce di Dio tra gli altri se la luce è già nei nostri cuori.” I cambiamenti che consigliamo agli altri dobbiamo prima sperimentarli in noi. Per illuminare dobbiamo prima essere illuminati. Ogni giorno abbiamo l’opportunità di leggere e pregare la Parola di Dio. Se mettiamo in pratica diligentemente riceveremo il sale di cui abbiamo bisogno per dare sapore e troveremo la luce per la nostra vita quotidiana per la gloria di Dio.

 Fr Ndega 
Revisione: Giusi


SER SAL Y LUZ PARA LA GLORIA DE DIOS


Reflexión a partir de Is. 58, 7-10; 1Cor 2,1-5; Mt 5, 13-16

De acuerdo con esta reflexión, Dios nos llamó y eligió para que seamos instrumentos de su salvación. Si nuestro servicio lo hacemos para su gloria, brilla en la oscuridad y da sentido al mundo.
De acuerdo con el primer texto, después de dejar el cautiverio babilónico, el pueblo de Israel fue invitado a planear sus vidas de acuerdo con su identidad de ser “luz de las naciones para la gloria de Dios”. Todo lo que ellos son llamados a hacer para el honor y la gloria de Dios debe ser acompañado con acciones concretas de fraternidad. Así, ayunar y rezar sin compromiso fraterno y solidario se vuelven actividades inútiles.
En el segundo texto, San Pablo humildemente reconoce su debilidad delante de la grandeza de la obre de evangelización. Él actúa de manera muy prudente para que el misterio de Cristo crucificado sea manifestado fielmente. El éxito de su trabajo, Pablo lo atribuye a la luz del Espíritu Santo y no a la vana interpretación según la inteligencia y sabiduría humanas. Estas palabras de Mateo y Pablo tienen una fuerte conexión con el pensamiento de San Juan Calabria, que dice, “La obra es de Dios. Es Él quien hace todo. Nosotros somos apenas pobres instrumentos”.
En el Evangelio, continuamos reflexionando sobre el sermón de Jesús en el monte. En la reflexión anterior, él sugirió la manera correcta de vivir para encontrar la verdadera felicidad. Este método revela su propia manera de ser y también la proximidad de Dios. Las vidas de sus discípulos son preciosas para él. Éstas son profecía de un nuevo tiempo y, por lo tanto, son como la sal y la luz.  En nuestra experiencia allá en casa, ¿para qué sirve la sal? Es muy útil para que el alimento pueda tener un buen gusto. Si ponemos mucha sal no sale bien, y si la cantidad es demasiado pequeña, no sentimos el sabor de la comida. La luz ha sido hecha para iluminar y alcanza su finalidad cuando ofrece energía y vida para todos. Así sucedió desde el inicio, esto es, cuando Dios dice “Que se haga la luz”. La luz se hizo, y la vida surgió. Así, sin sal la comida no puede ser sabrosa y sin luz hay oscuridad, y la oscuridad es una señal de muerte.
Estos dos ejemplos de la sal y de la luz nos ayudan a comprender el significado del discipulado de Jesús. Sus discípulos no existen para sí mismos, sino para toda la comunidad. Su misión es promover el bien en la sociedad y ayudar a preservar lo que la comunidad tiene de bueno. Nuestro bautismo nos lleva a dar buen testimonio a través de nuestras acciones donde vivimos y trabajamos. Así nos ha sido dicho: “Querido niño, fuiste iluminado/a por Cristo, Luz del mundo. Camina como hijo de la luz”.
La presencia de Cristo en el mundo será sentida a penas cuando nosotros, sus seguidores, hagamos la diferencia en la realidad en que vivimos. La alegría de nuestro encuentro con el Señor no puede ser escondida. Debe ser compartida y proclamada. La decisión de esconder la luz parece ser una actitud de humildad, pero puede ser también vergüenza o falta de coraje y entusiasmo. Así la luz no puede cumplir su finalidad. Cuando nuestras acciones son realizadas en Dios no tenemos ninguna razón para esconderlas. Aun cuando tenemos dificultades de considerar el valor de nuestra presencia en la sociedad y en nuestras comunidades, esta idea no anula nuestra identidad de ser sal para dar sentido y ser luz para generar vida.

En la Biblia, Dios es la fuente de la luz y por participar en esta luz, sus criaturas sobreviven y se vuelven una luz para el mundo. A causa de su relación con el Padre, Jesús es la luz de Dios en el mundo, que nos atrae hacia él. Nuestra relación con Jesús nos vuelve hijos de la luz. La luz brilla porque siempre está unida a su tronco. De esta relación es que le viene su fuerza. Sobre eso, Jesús dice a sus discípulos: “sin mi nada pueden hacer”. Él no dice: “no podéis hacer mitad o parte de tu trabajo”, sino que dice “nada podéis hacer”.  Permanecer conectados a él es la condición para que podamos cumplir el propósito de nuestra vida. Estamos invitados a buscar estar más cercanos a Dios que es la fuente de toda luz y vida. “podemos iluminar a los demás si esta luz ya está en nuestros corazones”. Los cambios que proponemos a los otros, debemos experimentarlos primero. Para iluminar, necesitamos primero ser iluminados. Todos los días tenemos la oportunidad de leer y rezar la Palabra de Dios. Si la ponemos en práctica seriamente, recibiremos la sal que necesitamos para dar sabor y la luz para nuestra vida diaria, para gloria de Dios.

Fr Ndega
Tradución: Nómade de Dios 

SER SAL E LUZ PARA A GLÓRIA DE DEUS


Reflexão a partir de Is 58,7-10; 1Cor 2,1-5; Mt 5, 13-16


        De acordo com esta reflexão, Deus nos chamou e escolheu para sermos instrumentos de sua salvação. Se nosso serviço é feito para a sua glória, brilha na escuridão e dá sentido ao mundo.

       De acordo com o primeiro texto, depois de deixar o cativeiro babilônico, o povo de Israel foi convidado a planejar suas vidas de acordo com sua identidade de ser “luz das nações para a glória de Deus”. Tudo o que eles são chamados a fazer para a honra e glória a Deus deve ser acompanhado com ações concretas de fraternidade. Assim, jejuar e rezar sem compromisso fraterno e solidário tornam-se atividades inúteis.

      No segundo texto, São Paulo humildemente reconhece sua fraqueza diante da grandeza da obra de evangelização. Ele age de forma muito prudente para que o mistério de Cristo crucificado seja manifestado fielmente. O êxito do seu trabalho, Paulo atribui à luz do Espírito Santo e não a vã interpretação segundo a inteligência e sabedoria humanas. Estas palavras de Mt. Paulo tem uma forte conexão com o pensamento de São João Calabria, que diz, “A Obra é Deus. É ele quem faz tudo. Nós somos apenas pobres instrumentos”.

       No Evangelho, continuamos a refletir sobre sermão de Jesus no monte. Na reflexão anterior, ele sugeriu o jeito certo de viver para encontrar a verdadeira felicidade. Este método revela o seu jeito próprio de ser e também a proximidade de Deus. As vidas de seus discípulos são preciosas para ele. Estas são profecia de um novo tempo e, portanto, são como sal e luz. Em nossa experiência lá em casa, para que serve o sal? Ele é muito útil para que o alimento possa ter um bom gosto. Se colocamos muito sal não vai bem, e se a quantidade é demasiado pequena, não sentimos o sabor da comida. A Luz foi feita para iluminar e atinge sua finalidade quando oferece energia e vida para todos. Assim aconteceu desde o início, isto é, quando Deus disse “Que a luz seja feita!” A luz foi feita e a vida aconteceu. Assim, sem sal a comida não pode ser saborosa e sem luz há escuridão, e a escuridão é um sinal de morte.

     Estes dois exemplos do sal e da luz nos ajudam a compreender o significado do discipulado de Jesus. Seus discípulos não existem para si mesmos, mas para toda a comunidade. Sua missão é promover o bem na sociedade e ajudar a preservar o que a comunidade tem de bom. Nosso batismo nos leva a dar bom testemunho através de nossas ações onde vivemos e trabalhamos. Assim nos foi dito: “Querida criança, foste iluminado/a por Cristo, Luz do mundo. Caminha como filho/a da luz”.

      A presença de Cristo no mundo será sentida apenas quando nós, seus seguidores, fizermos a diferença na realidade em que vivemos. A alegria do nosso encontro com o Senhor não pode ser escondida. Deve ser compartilhada e proclama. A decisão de esconder a luz parece ser uma atitude de humildade, mas pode ser também vergonha ou falta de coragem e entusiasmo. Assim, a luz não pode cumprir sua finalidade. Quando nossas ações são feitas em Deus não temos nenhuma razão para escondê-las. Mesmo quando temos dificuldade de considerar o valor da nossa presença na sociedade e em nossas comunidades, esta ideia não anula a nossa identidade de ser sal para dar sentido e ser luz para gerar vida.


       Na Bíblia, Deus é a fonte da luz e por participarem nesta luz, suas criaturas sobrevivem e tornam-se uma luz para o mundo. Por causa de sua relação com o Pai, Jesus é a luz de Deus no mundo, que nos atrai para ele. Nosso relacionamento com Jesus nos torna filhos da luz. A luz brilha porque sempre está unida ao seu tronco. Desta relação é que lhe vem a sua força. Sobre isso, Jesus disse aos seus discípulos: “sem mim nada podeis fazer”. Ele não disse, “Não podeis fazer metade ou parte do vosso trabalho”, mas disse “nada podeis fazer”. Permanecermos conectados com ele é a condição para que possamos cumprir o propósito de nossas vidas. Somos convidados a buscarmos mais proximidade com Deus que é a fonte de toda luz e vida. “Podemos iluminar os demais se esta luz já está em nossos corações”. As mudanças que propomos aos outros, devemos experimentá-las primeiro. Para iluminarmos precisamos primeiro ser iluminados. Todos os dias temos a oportunidade de ler e rezar a Palavra de Deus. Se pormos em prática seriamente, receberemos o sal que precisamos para dar sabor e a luz para a nossa vida diária para a glória de Deus.

Fr Ndega