sábado, 25 de fevereiro de 2017

“DIO È PADRE, MADRE, TUTTO”


Riflessione su Is 49,14-16; Mt 6,24-34



          “Nel suo modo di prendersi cura di noi Dio è più madre che padre”. Queste parole sono state pronunciate dal Santo Padre Giovanni Paolo I e mostrano una prospettiva diversa sulla realtà divina, come ci parla il primo testo di questa riflessione (Is 49, 14s). Dio è come una madre tenera e attenta. Egli non può abbandonarci perché noi siamo i suoi figli amati e la nostra vita è molto apprezzata ai suoi occhi. Lui vuole che sperimentiamo il suo amore materno e che possiamo consegnarci nelle sue mani con grande fiducia. San Giovanni Calabria, chiamato anche “Il Santo della Provvidenza”, usava dire: “La Provvidenza è una tenera madre che tutto provvede per il nostro maggior bene. Dobbiamo sentirci condotti dalle sue mani materne”. Chi riesce vivere una fede cosi può andare avanti proclamando il Regno di Dio come priorità nella vita.
          Per coloro che decidono di seguire Gesù è necessario organizzare la propria vita in base alla nuova realtà in cui stanno vivendo. Non si può servire a due padroni. Servire Dio è più importante di tutto il resto. Così, dopo avere incontrato Cristo, denaro e altre cose non hanno più lo stesso senso di prima. È stato così all’inizio della chiamata, lui ha chiamato, loro hanno lasciato tutto... Ma sappiamo che durante il cammino percorso, spesso erano preoccupati per il domani, ad esempio Pietro che disse una volta: “Ecco, noi abbiamo lasciato tutto e ti abbiamo seguito; che cosa dunque ne avremo?” (Mt 19,27). Gesù, conosceva i loro bisogni e per questo assicura loro una vita nuova che include tutte queste cose in modo diverso, insieme con l’offerta della loro vita a causa sua. Secondo S. Agostino, “Pietro ha lasciato tutto il mondo e ha trovato il mondo intero. Erano come quelli che non avevano nulla e allo stesso tempo hanno tutto.”
       La centralità dell’insegnamento di Gesù in questo testo è la cura di Dio per i suoi servitori. Lui è un padre buono che conosce i bisogni dei suoi figli e fa per loro molto di più di ciò che fa verso gli uccelli del cielo e i fiori del campo. Gesù ha invitato i suoi discepoli ad aprire gli occhi e guardare intorno. In tutto sono presenti segni dell’amore del Padre che si occupa anche delle più piccole cose. Lui conduce tutte le cose secondo il suo disegno di saggezza e bontà. Nulla sfugge al suo sguardo d’amore. Così siamo invitati a considerare che siamo nelle sue mani, che sono buone. La Bibbia testimonia la fedeltà del Signore, vale a dire “fino ad ora il Signore ci ha aiutato” oppure “Chi ha confidato nel Signore ed è rimasto deluso?” Questo ci invita a “guardare indietro e vedere come Dio si è preso cura di noi e così vedere quello che sta facendo per noi adesso. Quindi possiamo guardare avanti con speranza e fede: Dio farà con noi come ha fatto nel passato”. Questo è il suo modo d’agire.
         Gesù non nega che alcune cose sono importanti per la nostra vita. Tuttavia lui sa che il vivere con ansia e agitazione per cose materiali toglie la nostra attenzione verso ciò che è più importante. Se Dio è Padre e sa che abbiamo bisogno di tutte queste cose, dobbiamo affidarci nelle sue braccia con grande fede. S Giovanni Calabria ha vissuto questa realtà con molta convinzione. La sua “scoperta del Vangelo” fu la scoperta della paternità di Dio. Per lui Dio è sempre Padre e Provvidente, anche se noi non sempre abbiamo un atteggiamento di figli. Lui ha preso il versetto 23 come un programma di vita per se stesso e per la sua Famiglia spirituale, cioè: “Cercate prima il regno di Dio e la sua giustizia e tutte queste cose vi saranno date in aggiunta”. Per don Calabria questo è un modo concreto di rispondere al Dio che ama e protegge i suoi figli senza dimenticare nessuno. Per questo, la ricerca del suo Regno deve orientare tutta la nostra esistenza e cosi “tutti i problemi dovrebbero essere considerati e studiati in armonia con la sua paternità.”
       Dio ci ama, ci conosce e così si prende cura di noi. A causa della sua particolare attenzione, ha condiviso il suo doni con noi, sperando che possiamo fare lo stesso verso gli altri affinché la fraternità tra noi sia riflesso della sua paternità. Così, siamo invitati a prendere in mano la nostra storia di vita e vedere che abbiamo ricevuto tanto dalla sua bontà. Anche se non sempre riceviamo quello che abbiamo chiesto, possiamo essere sicuri che Egli ci dona continuamente ciò di cui abbiamo bisogno. Che possiamo rinnovare la nostra fede nella sua provvidenza perché Egli è PADRE, MADRE, TUTTO e non abbandona coloro che si affidano a Lui.


Fr Ndega
Revisione: Giusi

“DEUS É PAI, MÃE, TUDO”


Reflexão sobre Isa 49,14-16; Mat. 6,24-34



       “Em seu jeito de cuidar de nós, Deus é mais mãe que pai”. Estas palavras foram pronunciadas pelo Santo Padre João Paulo I e mostram uma perspectiva diferente sobre a realidade divina, como podemos encontrar no primeiro texto da nossa reflexão (Is 49,14s). Deus é como uma mãe terna e atenta. Ele não pode nos abandonar porque somos seus filhos e filhas muito amados e nossa vida tem um valor muito grande para ele. Ele quer que experimentemos seu amor materno e nos entreguemos em suas mãos com grande confiança. São João Calábria costumava dizer que “A Providência é uma terna mãe, que tudo provê para o nosso maior bem. Devemos nos sentir carregados por suas mãos maternas”. Quem vive uma fé assim pode ir adiante proclamando o Reino de Deus como prioridade na própria vida.
         Aqueles que decidem seguir Jesus devem organizar suas vidas de acordo com a nova realidade que eles assumiram. Não podem servir a dois senhores. Servir a Deus é mais importante do que todo o resto. Assim, depois de ter encontrado em Cristo a razão da sua existência, o dinheiro e outras posses não tem mais o mesmo sentido para eles como acontecia antes desta decisão. Foi assim no início de sua vocação, isto é, quando Jesus os chamou; eles deixaram tudo e o seguiram... Mas sabemos que durante a caminhada, algumas vezes estavam preocupados com o amanhã, por exemplo, quando Pedro lhe disse: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos. O que é que vamos receber?” (Mt 19,27). Jesus, entendendo as suas preocupações, garantiu-lhes uma vida nova, que inclui todas as coisas mencionadas, mas de um modo diferente, juntamente com a doação de suas vidas por causa dele. De acordo com Santo Agostinho, “Pedro deixou o mundo todo e ganhou o mundo inteiro. Eles eram como aqueles que não tinham nada e agora eles têm tudo”.
        A centralidade do ensinamento de Jesus, neste texto, está no cuidado de Deus para com seus servos. Ele é um Pai bom que conhece as necessidades de seus filhos e faz por eles muito mais e melhor do que faz com os pássaros e as flores do campo. Jesus os convidou a abrir os olhos e olhar ao redor. Em tudo o que existe há sinais do amor do Pai, que se ocupa até com os detalhes. “Ele conduz todas as coisas de acordo com o seu plano de sabedoria e bondade. Nada escapa ao seu olhar amoroso”. Assim, somos convidados a considerar que estamos em suas mãos, que são boas mãos. As Escrituras testemunham a fidelidade de Deus, especialmente quando diz, “Até aqui o Senhor nos ajudou” e ainda “Quem é que esperou no Senhor e ficou decepcionado?” Estes testemunhos nos convidam “olhar para trás e ver como Deus tem cuidado de nós e vermos também o que ele está fazendo por nós agora. Assim, podemos olhar para frente com esperança e fé que Deus vai fazer por nós, como ele tem feito no passado”, porque este é o seu jeito próprio de agir.
       Jesus não nega que algumas coisas são importantes na vida. Mas ele também sabe que quando uma pessoa vive com ansiedade e preocupações exageradas com relação às coisas materiais, não terá atenção suficiente ao que é essencial. Se Deus é Pai e sabe que necessitamos de todas estas coisas temos que nos abandonarmos em suas mãos com grande confiança, usando nossas forças para construirmos a cada dia um mundo melhor. Dizia um santo: “Façamos o que temos a fazer como se tudo dependesse de nós, confiando em Deus como se tudo dependesse de Deus”. São João Calábria viveu esta realidade com muita convicção. Sua “Descoberta do evangelho” foi a descoberta da paternidade de Deus. Para o Calábria, Deus é sempre Pai e Providente, mesmo que nós nem sempre nos comportamos como filhos. O Calábria assumiu o versículo 23 como um projeto de vida para ele e para a sua Família espiritual, isto é, “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. Para ele, esta é uma forma concreta de responder ao Deus que ama e protege seus filhos, sem esquecer de nenhum deles. Por isso, se é a busca do seu Reino que orienta toda a nossa existência, “todos os problemas devem ser considerados e estudados em harmonia com a sua paternidade”, não fora dela.

       Então, Deus nos ama, nos conhece e cuida de nós. Por causa do seu cuidado especial, ele compartilhou seus dons conosco esperando que possamos fazer o mesmo pelos outros para que a fraternidade entre nós seja reflexo de sua paternidade. Assim, somos convidados a tomar em mãos a nossa história de vida e perceber o quanto temos recebido de sua bondade. Embora nem sempre recebemos aquilo que pedimos a ele, tenhamos certeza de que ele nos tem dado sempre o que precisamos. Renovemos nossa fé e confiança em sua maternal providência porque Ele é PAI, MÃE, TUDO e não abandona aqueles que nele confiam.

Fr Ndega

domingo, 19 de fevereiro de 2017

“KUTENDA MEMA BILA KUMCHAGUA MTU”


Kutafakari kuhusu Law 19,1-2.17-18; 1Kor 3,16-23; Mt 5,38-48



       Uumbaji wa mwanadamu ulikuwa ni tendo la upendo. Wakati Mungu alimwumba alisema: “Tumfanye mtu kwa mfano wetu, kwa sura yetu.” Kwa hiyo, tangu asili binadamu ameitwa kutenda kama Mungu alivyo. Kutenda kama Mungu ni kupenda. Ahadi yote ambayo mtu anachukua katika safari yake duniani inapaswa kumwongoza kwenye mwelekeo huo. Hivyo, tunaweza kuelewa sababu ya agizo la sheria katika Agano la Kale linalosema, “Muwe watakatifu kwa kuwa mimi Bwana, Mungu wenu, ni mtakatifu.” Sheria hii ni njia ya utakatifu kwa Wayahudi. Kwa sababu ya utakatifu wa Mungu, watu ambao wamechaguliwa naye wameitwa kuwa watakatifu, na njia ya kufikia lengo hili ni “kumpenda jirani yao kama nafsi yao wenyewe.” Matarajio ya Mungu ni kwamba waweze kutenda kama yeye alivyo. Andiko la pili linatuambia kwamba Yesu ametupa Roho wake naye huyo Roho anaishi ndani yetu. Hivyo maisha yetu yamekuwa hekalu la Mungu. Hii inathibitisha wito wetu kuwa watakatifu, kulingana na mpango wa Mungu tangu mwanzo. Uwepo wa Roho Mtakatifu ndani yetu ni msaada ili matendo yetu yawe matakatifu.

        Mafundisho ya Yesu yanalenga kuzaa uhusiano mpya kati ya watu na Mungu na kati ya watu wenyewe. Yeye anaonyesha kuwa ukamilifu wa Baba ni msukumo wa ukamilifu wa wana wake. Hili si jambo lisilowezekana, bali Yesu mwenyewe anajulisha, hatua kwa hatua, jinsi ya kumkaribia Mungu hata jinsi ya kuishi kama yeye aliyejaa upendo na ukarimu. Maneno haya “jicho kwa jicho na jino kwa jino” ambayo Yesu aliyataja, unaitwa “Sheria ya Talioni”. Sheria hii haikulenga kuwa msukumo kwa ajili ya ukatili ama wa kisasi, bali “ilikusudiwa kuzuia kulipiza kisasi, na hivyo kumlinda mtu aliyefanya kosa asipewe adhabu kubwa kuliko uzito wa kosa lenyewe.” Kweli sheria hii ilizaliwa kwa sababu “mara nyingi adhabu ilikuwa kubwa kuliko kosa.” Hata hivyo, njia hii iliyofundisha na Sheria hii haikuonyesha mapenzi ya Mungu, ambaye aliagiza “wampende jirani kama nafsi yao.”

     Kama nia ya Yesu ni kugundua tena mpango wa Mungu wa kiasili, anataka kuwafundisha watu kwa njia tofauti. Yeye hawalazimishi wasikilizaji wake kuchukua ahadi hii, bali ili waweze kumfuata kwa kweli kuna masharti. Wakati watu wengine wanapenda tu wale wanaowapenda wao, kwa upande wa wanafunzi wa Yesu ni masharti kuwapenda hata maadui zao na kuwatendea mema wale wanaowachukia. Huu ni upendo bila mipaka ulio tabia ya upendo wa Kikristo. Lengo kwa jambo hili ni tuwe watoto wa Mungu ambaye anazitoa zawadi zake kwa wale walio wema na kwa wabaya. Anafanya hivyo kwa sababu ni tabia yake na kwa sababu anataka tujifunze kutoka kwake. Ingawa hatustahili zawadi zake, hatuwezi kuweka mipaka katika ukarimu wake.

         Mwanafunzi wa kweli wa Yesu “hashindani na mtu mwovu”, bali anatoa “shavu tofauti la maisha” na njia tofauti ya kutenda. Hii inamaanisha kumpa mwingine nafasi ya kufikiri vizuri na kubadilisha matendo yake. Hii ni pia nafasi ya kutafakari kuhusu uwepo wa uovu ulimwenguni. Hali hii si kazi ya Mungu, bali matokeo ya uhuru wa binadamu. Mungu mwenyewe ndiye wa kwanza anayetaka kuufuta uovu duniani na kuwaimarisha wanafunzi wa Yesu watumie wema wa moyo na matendo mema kwa wengine bila kuzihukumu tabia zao, yaani, “kutenda mema bila kumchagua mtu.” Kwa msaada wa Mungu tunaweza kuibadilisha hali ya uovu kwa sababu yeye mwenyewe ana mazoea ya kubadilisha hali mbaya kuwa hali nzuri na hali ya mauti kuwa hali ya uzima. Kifo cha Mwanae kilikuwa tendo baya la wanadamu, lakini yeye alibadilisha hali hii mbaya kuwa manufaa ya wokovu wao. ushuhuda wazi sana ya hili ni wakati Yesu alipokuwa msalabani akiteswa na maadui wake, akawaombea msamaha kwa Mungu Baba. Pia aliwatetea kuwa hawakujua walilolifanya.

         Kutokana na mfano wa Kristo, anayeitwa pia “nabii asiye na ukatili”, njia ya kipekee ya kuushinda ukatili ni kujibu kwa ishara za amani. Yesu anataka kwamba tabia zetu zishinde mwelekeo wa kijamii kwenye kisasi, ukatili na ukabila. Ukabila unauharibu undugu na kuukanusha utambulisho wetu wa Kikristo. Kulingana na Baba Mtakatifu Francisco, “kipimo cha utambulisho wetu kama watoto wa Mungu ni tabia ya huruma.” Kama wafuasi wa Yesu sisi sio bora kuliko wengine, lakini tunapaswa kutenda tofauti, yaani kulionyesha “shavu lingine.” “tunapowachukia maadui wetu tunawapa uwezo juu yetu: uwezo juu ya usingizi wetu, hamu yetu ya chakula, shinikizo letu la damu, afya yetu na furaha yetu” (Dale Carnegie). Kwa kifupi, Hatuwezi kuruhusu kuwa waovu waamue jinsi tunavyopaswa kutenda.

       Kuna hadithi fulani inayoongea zaidi kuhusu hayo. “Mwandishi fulani anayeitwa Sydney Harris, anatuambia hadithi ambayo ilitokea alipoandamana na rafiki yake kwa duka la magazeti. Rafiki yake alimsalimia mwanagazeti kwa heshima sana, lakini kama jibu, mtu huyo alimtendea vibaya. Rafiki wa Harris akikubali gazeti lililotupwa kwa njia mbaya kwenye mwelekeo wake, alitabasamu kwa heshima na kutakia wikiendi njema kwa mwanagazeti. Baadaye,  walipotembea njiani, mwandishi alimwuliza rafiki yake, akisema, “Mtu huyo una tabia mbaya kwako daima?” “Ndiyo, kwa bahati mbaya, yeye alivyo.” Na wewe una tabia ya heshima na ya kirafiki kwake daima?” “Ndiyo, mimi ndivyo.” “Kwa nini wewe ni mtu mwema mno kwake ikiwa yeye ana tabia mbaya kwako?” “Kwa sababu sitaki kwamba aamue jinsi ninavyopaswa kutenda.”

       Ndiye Yesu mwenyewe ambaye anatualika kutenda vivyo hivyo. Kulingana naye, uovu hauwezi kuondoa uovu, bali ni wema tu unaoweza kufanya hivyo. Tupendane kama Yesu alivyo na, kwa njia ya upendo huu, tuweze kuijenga jamii inayotarajiwa na Mungu kwa watoto wake.

Fr Ndega



“DO GOOD WITHOUT CHOOSING THE PERSON”


Thinking about Law 19,1-2.17-18; 1 Cor 3,16-23; Mt 5,38-48


        The creation of man was an act of love. When God made him, he said, “Let us make man in our image, after our likeness.” Therefore, since the beginning the human being is called to act as God does. Acting as God does is to love. Everything one does in his earthly journey should lead him/her in this direction. Like that, we can understand the reason of the law in the Old Testament, which says, “Be holy, for I the Lord your God, am holy.” This law is the reference of holiness for the Jews. Because of the holiness of God, the people who were chosen by Him are called to be holy, and way to achieve this goal is “to love their neighbour as themselves.” The expectation of God is that they may act likewise he does. The second text tells us that the Holy Spirit was given to us and he lives in us; thus, our life became a temple of God. This confirms our call to holiness according to God’s plan from the beginning. The presence of the Holy Spirit within us is the support we need so that our actions may be holy.

       The teachings of Jesus are focused to bear new relationships between the people and God and between the people themselves. He shows that the perfection of the Father is the motivation for the perfection of his children. To be like the Father is not impossible, because Jesus himself showed step by step how to approach God and how to live like him in his love and generosity. The expression “eye for an eye and a tooth for a tooth”, mentioned by Jesus, is called “Lexis Talionis” (Law of Retaliation). This Law was not prepared to be motivation to violence or revenge, but it is intended to prevent uncontrollable revenge, “and thus to protect the person who makes a mistake in order should not be given the punishment greater than the offense which was done." Truly, this law was born because “many times the punishment was greater than the bad action done.” Even so, the result of this law does not reflect the will of God, who commanded the people “to love their neighbour as themselves.”

         As the intention of Jesus is to recover the original plan of God, he decided to teach the people in different way. He does not force his disciples to assume this commitment, but in order they might follow him truly, there are some conditions. While other people love only those who love them, the disciples of Jesus should love even their enemies and to do good to those who hate them. This is the love lived without limits and that it is own characteristic of the Christian’s love. To live the love in this way is condition so that we may be children of God who bestows his gifts in equal way to good people and bad ones. He does it because it is his way of acting and because he wants that we should learn from him. Although we do not deserve his gifts, we cannot put limits on his generosity.

       The true disciple of Jesus “does not resist an evil person”, but gives a “different cheek of life”, that is, a different way of acting. This means to give him/her an opportunity to think better and to change his/her way. This is also a good occasion to reflect about the presence of evil in the world. This situation is not work of God, but result of human freedom. God himself is the first one who wants to eliminate the evil of the the world and for that he strengthens the disciples of his Son to do good to others, without judging the their behaviour, that is, “to do good without paying attention to whom you are doing so.” With God’s help, we can overcome the evil because God himself has the good habit of changing bad situations into good ones and the reality of death into way of life. The death of his Son was an evil act of men, but he changed this situation for the good of their salvation. Very clear witness of that is when Jesus was on the cross, tortured by his enemies, he prayed for them to God the Father and also defended them, saying that they didn’t know what they were doing.

       From the example of Christ, who is also called also “The prophet of non-violence”, a unique way to overcome it is to answer with peace signs. Jesus wants that our attitude should overcome the tendency of society to revenge, violence and tribalism. Tribalism destroy the fraternity, denying our identity of children of God. According to Baba Mt Francisco, “the condition of our identity as children of God” is the attitude of mercy.” As followers of Jesus, we are not better than other people, but we should act differently, that is, “to show other cheek.” When we hate our enemies, we give them power upon us: power over our sleep, our appetite for food, our blood pressure, our health and our happiness “(Dale Carnegie). In short, we cannot allow that evil person may decide how we should act.

       There is a chronicle, which speaks more about that. “A writer named Sydney Harris tells us an event that happened when he was accompanying his friend to the magazine shop. His friend greeted newspaperman with much respect, but as an answer, the man mistreated him. The friend of Harris accepted the magazine that was thrown in stupid way towards him, smiling respectfully and wishing a good weekend to the newspaperman. Later, as they walked along the way, the author asked his friend, saying, “Does that man have this bad habit always?” “Yes, unfortunately, he does.” “Do you have attitude polite and friendly to him always?” “Yes, I do so.” “Why do you continue doing good to him if he misbehaves you?” “Because I do not want that he may decide how I should act.”


     It is Jesus himself who invites us to act in the same way. According to him, the evil cannot remove the evil, but only the good can do that. Let us live the love as Jesus did and, through this love, we may be able to build the society, which God expects for his sons and daughters.

Fr Ndega

“FAÇA O BEM SEM OLHAR A QUEM”


Pensando em Direito 19,1-2.17-18; 1 Cor 3,16-23; Mt 5,38-48


      
       A criação do ser humano foi um ato de amor. Quando Deus o criou ele disse: “Façamos o ser humano à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. Portanto, desde o início o ser humano é chamado a agir como Deus. Agir como Deus é amar. Tudo o que o ser humano realiza em seu caminho terreno deve conduzi-lo nesta direção. Assim, podemos entender a razão daquela lei no Antigo Testamento que diz: “Sede santos, porque Eu, o Senhor vosso Deus, sou santo”. Esta lei é a referência de santidade para os judeus. Por causa da santidade de Deus, o povo que foi escolhido por ele é chamado a ser santo, e o meio para alcançar este objetivo é "amar o próximo como a si mesmo”. O desejo de Deus é que eles possam agir como ele faz. O segundo texto nos diz que Espírito Santo nos foi dado e vive em nós. Assim, nossas vidas têm se tornado templo de Deus. Isto confirma a nossa vocação à santidade de acordo com o plano original de Deus. A presença do Espírito Santo em nós é a ajuda que precisamos para que nossas ações sejam santas.

     Os ensinamentos de Jesus propõem uma nova relação entre as pessoas com Deus e entre as próprias pessoas. Seu objetivo é mostrar que a perfeição do Pai é inspiração para a perfeição dos seus filhos e filhas. Isso não é impossível, pois o próprio Jesus mostrou passo por passo, como se aproximar de Deus e como viver como ele, que é cheio de amor e generosidade. A expressão “olho por olho e dente por dente”, que Jesus mencionou, é chamada de “Lei do Talião”. Esta lei não quer se motivação à violência ou à vingança, mas foi feita justamente para evitar a vingança sem controle “e, assim, proteger a pessoa que comete um erro para que não lhe seja dada a punição maior do que o peso da ofensa”. Verdadeiramente, esta lei nasceu porque “muitas vezes a punição era maior do que a má ação da pessoa”. No entanto, esta forma de agir não refletia a vontade de Deus, que comandou “amar ao próximo como a si mesmo”.

     Como a intensão de Jesus é resgatar o plano original de Deus, ele decide ensinar as pessoas em um modo diferente. Ele não força seus discípulos a assumir esse compromisso, mas para que eles possam segui-lo verdadeiramente, existem algumas condições. Enquanto outras pessoas amam somente aqueles que as amam, os discípulos de Jesus devem amar até mesmo os seus inimigos e fazer o bem aos que os odeiam. Este é a mor sem limites, que é característica do amor cristão. O objetivo desse processo é que sejamos filhos de Deus, que concede seus dons àqueles que são bons e também aos maus. Ele faz isso porque é o seu jeito mesmo de ser e para que possamos aprender dele. Embora não mereçamos seus dons, não podemos colocar limites à sua generosidade.

      O verdadeiro discípulo de Jesus “não dispute com a pessoa má”, mas oferece uma face diferente da vida, isto é um modo diferente de agir. Isso significa dar-lhe a possibilidade de pensar melhor em vista de uma mudança em suas ações. Esta é também uma oportunidade para refletir sobre a presença do mal no mundo, que não é obra de Deus, mas resultado da liberdade humana. O próprio Deus é o primeiro interessado em eliminar o mal do mundo e por isso mesmo motiva os discípulos de seu Filho a usarem a bondade do coração e boas ações para os outros sem julgar o seu comportamento, ou seja, “fazer o bem sem olhar a quem”. Com a ajuda de Deus, podemos vencer o mal, porque Deus mesmo tem hábito de fazer com que realidades que são ruins se tornem boas e situações de morte se tornem situação de vida. A morte de seu Filho, foi um ato mau do ser humano, mas ele fez essa situação ruim se tornar benéfica para a salvação do próprio ser humano. Um sinal muito claro desta realidade é que quando Jesus estava na cruz, torturado por seus inimigos, ele reza a Deus Pai por eles e até os defende dizendo que eles não sabem o que fazem.

      Dado o exemplo de Cristo, que é chamado também de profeta da “não-violência”, a única forma de superar este mal é responder com sinais de paz. Jesus quer que nossas atitudes superem a tendência da nossa sociedade à vingança, violência, etc. Estas situações tem atrapalhado a fraternidade e negado a nossa identidade de filhos de Deus. De acordo com o papa Francisco “o critério da nossa identidade como filhos de Deus é a atitude de misericórdia”. Como seguidores de Jesus, não somos melhores do que outros, mas devemos agir de forma diferente, isto é, mostrarmos uma “outra face” à violência. Quando nós odiamos nossos inimigos nós lhes damos poder sobre nós: poder sobre nosso sono, nosso apetite, nossa pressão arterial, nossa saúde e nossa felicidade (Dale Carnegie). Em suma, não podemos permitir que a pessoa má decida como devemos agir.

      Existe um pequeno conto que diz um pouco mais sobre isso. “Um escritor chamado Sydney Harris, conta um fato que aconteceu quando ele acompanhava seu amigo para a loja de revistas. Seu amigo saudou o jornaleiro com muito respeito, mas como uma resposta, o homem foi muito mal educado. O amigo de Harris aceitou a revista, que lhe foi jogada de qualquer jeito em sua direção, e sorriu respeitosamente, desejando um bom fim de semana para o jornaleiro. Mais tarde, enquanto caminhavam ao longo da estrada, o autor perguntou ao amigo, dizendo: “Aquele homem tem sempre este mau hábito com você”? “Sim, infelizmente, ele é assim”. E você tem atitude educada e cordial com ele sempre”? “Sim, eu tenho”. “Por que você age tão bem com ele se ele se comporta tão mal com você”? “Porque eu não quero que ele decida como eu devo agir”.


        É Jesus mesmo quem nos convida a agir assim. Segundo ele, o mal não pode remover o mal, mas é apenas bem que pode fazê-lo. Tentemos amar como Jesus fez e, através deste amor, construamos a sociedade que Deus espera para seus filhos e filhas.

Fr Ndega

“HACER EL BIEN, SIN MIRAR A QUIEN”


A partir de Levítico 19, 1-2. 17-18; 1Cor 3, 16-23; Mt 5, 38-48



La creación del ser humano fue un acto de amor. Cuando Dios lo hizo él dice: “hagamos al hombre a nuestra imagen, según nuestra semejanza”. Por lo tanto, desde el inicio el ser humano es llamado a actuar como Dios. Actuar como Dios es amar. Todo lo que el ser humano realiza en su camino terreno debe llevarlo en esta dirección. Así, podemos entender la razón de aquella ley en el Antiguo Testamento que dice: “Sed santos, porque Yo, el Señor, vuestro Dios, soy santo”. Esta ley es la referencia de la santidad para los judíos. Debido a la santidad de Dios, el pueblo que fue elegido por él, es llamado a ser santo, y el medio para alcanzar este objetivo es “amar al prójimo como a sí mismo”. El deseo de Dios es que ellos puedan actuar como él lo hace. El segundo texto nos dice que el Espíritu Santo nos ha sido dado y vive en nosotros. Así nuestras vidas se han vuelto templo de Dios. Esto confirma nuestra vocación a la santidad de acuerdo con el plan original de Dios. La presencia del Espíritu Santo en nosotros es la ayuda que necesitamos para que nuestras acciones sean santas.

Las enseñanzas de Jesús proponen una nueva relación entre las personas con Dios y entre las mismas personas. Su objetivo es mostrar que la perfección del Padre es inspiración para la perfección de sus hijos e hijas. Esto no es imposible, ya que el mismo Jesús mostró paso a paso como aproximarse de Dios, y como vivir con él, que es lleno de amor y generosidad. La expresión “ojo por ojo, diente por diente” que Jesús mencionó, es llamada como “Ley del Talión”. Esta ley no quiere ser motivación a la violencia o a la venganza, sino que se hizo justamente para evitar la venganza sin control, “y así proteger a la persona que comete un error, para que no sea castigada con un peso mayor que el de la ofensa”. Verdaderamente esta ley nació porque “muchas veces el castigo era mayor que la mala acción de la persona”. Por lo tanto, esta manera de actuar que esta Ley enseñaba no reflejaba la voluntad de Dios, que mandó “amar al prójimo como a sí mismo”.

Como la intención de Jesús es rescatar el plan original de Dios, él decide enseñar a las personas una manera diferente. Él no fuerza a sus discípulos a asumir ese compromiso, sino que para que ellos puedan seguirlo verdaderamente existen algunas condiciones. Mientras otras personas aman solamente a aquellos que los aman, los discípulos de Jesús deben amar hasta a los enemigos y hacer el bien a los que los odian. Este es lo amor sin límite che la característica del amor cristiano. El objetivo de ese proceso es que sean hijos de Dios, que concede sus dones a aquellos que son buenos y también a los malos. Él hace esto porque es su manera de ser y para que podamos aprender de él. Aunque no merezcamos sus dones, no podemos poner límites a su generosidad.

El verdadero discípulo de Jesús “no dispute con la persona mala”, sino ofrezca una visión diferente de la vida, esto es una manera diferente de actuar. Eso significa darle la posibilidad de pensar mejor en vista de un cambio en sus acciones. Esta es también una oportunidad para reflexionar sobre la presencia del mal en el mundo. Esta situación no es obra de Dios, sino resultado de la libertad humana. El mismo Dios es el primer interesado en querer eliminar el mal del mundo, y por eso mismo motiva a los discípulos de su Hijo a usar la bondad del corazón y buenas acciones para los otros, sin juzgar sus comportamientos, o sea, “hacer el bien, sin mirar a quien”. Con la ayuda de Dios podemos vencer el mal, porque el mismo Dios tiene el hábito de hacer que las realidades que son malas se vuelvan buenas, y situaciones de muerte se vuelvan situaciones de vida. La muerte de su Hijo, fue un acto malo del ser humano, pero él hizo que esa situación mala se vuelva beneficiosa para la salvación del ser humano. Una señal muy clara de esta situación es que cuando Jesús estaba en la cruz, torturado por sus enemigos, él reza a Dios Padre por ellos y los defiende diciendo que ellos no saben lo que hacen.

Dando el ejemplo de Cristo, que es llamado también profeta de la “no violencia”, la única forma de superar este mal es responder con señales de paz. Jesús quiere que nuestras actitudes sean opuestas a la tendencia de nuestra sociedad a la venganza, violencia, etc. Estas situaciones entre nosotros han complicado la vida fraterna y negado nuestra identidad de hijos de Dios. De acuerdo con el papa Francisco “el criterio de nuestra identidad como hijos de Dios es la actitud de misericordia”. Como seguidores de Jesús no somos mejores que los otros, sino que debemos actuar de forma diferente, esto es, mostrar la otra mejilla a la violencia. Cuando nosotros odiamos a nuestros enemigos les damos poder sobre nosotros: poder sobre nuestro sueño, nuestro apetito, nuestra presión arterial, nuestra salud, nuestra felicidad (Dale Carnegie). En resumen, no podemos permitir que la persona mala decida cómo debemos actuar.

Existe una pequeña historia que dice algo más sobre eso. “Un escritor llamado Sydney Harris, cuenta una historia que sucedió cuando él acompañaba a su amigo a la puesto de revistas. Su amigo saludó al dueño con mucho respeto, pero como respuesta el hombre fue muy mal educado. El amigo de Harris aceptó la revista que le tiró hacia donde él estaba y sonrió respetuosamente, deseando un buen fin de semana para el vendedor. Más tarde, mientras caminaban, en el camino, el autor preguntó al amigo: “¿Ese hombre siempre tiene ese mal trato con vos? – Sí, infelizmente él es así. ¿Y vos tienes siempre una actitud educada y cordial con él? –Sí, la tengo. – ¿Porque sus tan bueno con él y él se porta tan mal con vos? Porque yo no quiero que él decida cómo debo actuar.


Es el mismo Jesús quien nos invita a actuar así. Según él, el mal no puede remover el mal, sólo el bien lo puede hacer. Intentemos amar como Jesús lo hizo y a través de este amor construyamos la sociedad que Dios espera para sus hijos e hijas. 

Fr Ndega
Traducion: Nomade de Dios

“FA DEL BENE SENZA GUARDARE LA PERSONA”


Riflessione su Lv 19,1-2.17-18; 1 Cor 3,16-23; Mt 5,38-48


      La creazione dell’uomo è stato un atto d’amore. Quando Dio lo creò disse: “Facciamo l’uomo a nostra immagine, secondo la nostra somiglianza”. Perciò, dalla natura l’uomo è chiamato ad agire come Dio. Agire come Dio è amare. Tutto ciò che l'uomo compie nel suo cammino terreno dovrebbero portarlo in questa direzione. Così possiamo capire la ragione del comando della legge nell’ Antico Testamento che dice “Siate santi, perché io, il Signore, vostro Dio, sono santo”. Questa legge è la motivazione per gli ebrei a fare un cammino di santità. A causa della santità di Dio, coloro che sono eletti da Dio sono chiamati ad essere santi e il modo per ottenere questo obiettivo è “amare il prossimo come se stessi”. La prospettiva di Dio è che loro siano come lui. Il secondo testo ci fa capire che Gesù ci ha donato il suo Spirito e lui abita in noi. Così la nostra vita è diventata tempio di Dio. Questo conferma la nostra vocazione alla santità secondo il piano di Dio dall’inizio. La presenza dello Spirito Santo in noi è un aiuto perché i nostri atteggiamenti siano santi.  

       Gli insegnamenti di Gesù hanno come obiettivo creare un nuovo rapporto tra le persone e Dio e tra le persone stesse. Lui rivela che la perfezione del Padre è la motivazione della perfezione dei suoi figli. Questo non è impossibile e Gesù stesso ha mostrato, passo dopo passo, come ci si può avvicinare a Dio e anche vivere come lui che è pieno d’amore e generosità. L’espressione “occhio per occhio e dente per dente”, che lui ha menzionato, si chiama “Legge del Taglione". Questa legge non vuole essere ispirazione alla violenza o alla vendetta, ma evitare la vendetta indiscriminata, quindi proteggere la persona che fa un errore perché non dovrebbe essere data la pena superiore al peso del suo atto. In verità, questa legge è nata perché molte volte la punizione era maggiore che l’azione fatta. Tuttavia il modo d’agire che questa legge inspira non riflette la volontà di Dio, che ha comandato di “amare il prossimo come se stesso”.

    L’intenzione di Gesù è recuperare il progetto originale di Dio. Egli non forza i suoi discepoli a prendere questo impegno, ma affinché possano seguirlo veramente dà delle condizioni. Mentre alcune persone amano coloro da cui sono amate, per i discepoli di Gesù è condizione fondamentale amare anche i nemici e fare del bene a coloro che li odiano. Questa è la caratteristica dell’amore cristiano cioè, un amore senza limiti e, per questo è perfetto. L’obiettivo di tutto questo è che siamo chiamati figli di Dio che concede i suoi doni a coloro che sono buoni e anche ai cattivi. Lui fa così perché è il suo modo di essere e perché possiamo imparare da lui. Anche se noi non meritiamo i suoi doni, non possiamo porre limiti alla sua generosità.

     Il vero discepolo di Gesù “non si oppone a una persona malvagia”, ma offre una “guancia diversa di vita”, cioè un modo diverso d’agire. Questo significa dargli un’altra possibilità di pensare e di cambiare il suo atteggiamento. Questa è anche l’occasione per riflettere sulla presenza del male nel mondo, che non è opera di Dio ma il risultato della libertà umana. Dio stesso è il primo che vuole eliminare il male nel mondo e per questo motiva i discepoli di suo Figlio ad usare la bontà del cuore e le buone azioni per aiutare gli altri senza giudicare il loro comportamento cioè, “Fare del bene senza guardare la persona.” Con l’aiuto di Dio possiamo cambiare la realtà del male perché lui ha questa stupenda abitudine di cambiare le realtà cattive perché diventino buone e la realtà di morte in situazione di vita. La morte del suo Figlio fu un atto cattivo degli uomini, ma lui ha cambiato questa situazione in beneficio per la loro salvezza. Una bella testimonianza di questo è il perdono che Gesù offre sulla croce, torturato dai suoi nemici. Lui prega per loro e li difende dicendo che non sanno quello che fanno.

      Dato l’esempio di Cristo, chiamato anche il “profeta della non-violenza”, un modo unico per superarla è quello di rispondere con segni di pace. Gesù vuole che i nostri atteggiamenti siano capaci di superare la tendenza alla vendetta, alla violenza ecc. Questa situazione tra noi seguaci di Gesù rovina la fraternità e nega la nostra identità di figli di Dio. Secondo papa Francesco, la condizione per sapere chi è figlio di Dio è l’atteggiamento della misericordia. “Come seguaci di Gesù, noi non siamo migliori degli altri, ma dobbiamo agire in modo diverso, cioè offrire un’altra guancia.” Quando noi odiamo i nostri nemici diamo potere su di noi: potere sul nostro sonno, il nostro appetito per il cibo, la nostra pressione sanguigna, la nostra salute e la nostra felicità” (Dale Carnegie). In breve, non possiamo permettere che persone cattive decidano come dobbiamo agire.

     C'è una storia che parla di questo. “Uno scrittore di nome Sydney Harris, racconta un fatto accaduto quando ha accompagnato un suo amico in un negozio di giornali. Questi salutò il venditore con molto rispetto, ma come risposta, l’altro lo salutò in modo cattivo.  L’amico di Harris accettò la rivista lanciata in modo arrogante nella sua direzione. Lui, sorrise con rispetto augurando un buon fine settimana per il venditore. Più tardi, mentre camminavano lungo la strada, l’autore ha chiesto al suo amico: “Quell’uomo ha sempre una cattiva abitudine con te?" "Sì, purtroppo.” “E tu hai un atteggiamento gentile e cordiale sempre?” “Sì.” “Perché tu sei buono con lui se egli si comporta male con te?” “Perché non voglio che lui decida come io devo agire.”

       E proprio Gesù ci invita a fare lo stesso. Secondo lui, il male non può rimuovere il male, solo il bene può farlo. Amiamoci gli uni gli altri, come vuole Gesù e, attraverso questo amore, possiamo costruire la nuova società che Dio spera per suoi figli e figlie.

Fr Ndega
Revisione: Giusi